Tag: Nintendo

  • Resident Evil Veronica Remake: O clássico cult de Claire Redfield finalmente renasce

    Resident Evil Veronica Remake: O clássico cult de Claire Redfield finalmente renasce

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Após anos de especulações e pedidos fervorosos da comunidade, o tão aguardado anúncio veio à tona no dia 5 de junho, durante a abertura da Summer Game Fest 2026. Resident Evil Code: Veronica Remake é uma realidade — e, além do impressionante teaser inicial, os primeiros detalhes revelados pós evento pela Capcom já mostram o cuidado do estúdio em reimaginar este capítulo fundamental da franquia.

    [trailer]

    Equipe de RE2 e RE4 ao resgate

    O projeto está sob a responsabilidade da mesma equipe de desenvolvimento por trás dos aclamados remakes de Resident Evil 2 e Resident Evil 4. A escolha traz uma camada extra de confiança, especialmente após as lições aprendidas com Resident Evil 3 Remake (2020), que recebeu críticas pelo corte ostensivo de cenários e conteúdos originais.

    A Capcom já adiantou que a narrativa passará por ajustes importantes para ampliar o peso dramático da jornada:

    Conexões com a franquia: Novos arquivos e documentos espalhados pela Ilha Rockfort conectarão os eventos do jogo de forma mais direta aos desdobramentos dos títulos subsequentes da saga.

    Nova cena de abertura: O clássico início com a invasão cinematográfica da sede da Umbrella dá lugar a uma introdução mais investigativa. A trama começará com Claire explorando o apartamento de Chris Redfield em Paris, ligando o prólogo diretamente aos acontecimentos vistos no trailer.

    Foco emocional em Claire: A ambição do estúdio é aprofundar o desenvolvimento pessoal e o impacto psicológico na protagonista de forma muito mais madura do que a versão do ano 2000 permitia.

    Arte oficial de divulgação em 3D de Claire Redfield em Resident Evil Veronica Remake exibindo seu visual atualizado com jaqueta de couro vermelha e gargantilha preta.
    Foto: Divulgação / Capcom

    Jogabilidade: O retorno ao puro survival horror

    Embora o trailer de revelação tenha utilizado cenas com perspectiva em primeira pessoa para intensificar o mistério, a Capcom confirmou que se tratou apenas de um recurso estilístico de apresentação. O jogo final adotará a tradicional câmera em terceira pessoa sobre o ombro, no mesmo padrão consagrado em RE2 Remake.

    Diferente da postura ágil e combatente de Leon em RE4 Remake, a jogabilidade de Claire será estritamente pautada pelo survival horror clássico. Espere recursos extremamente escassos, ausência de golpes físicos extravagantes e uma atmosfera de constante vulnerabilidade — refletindo que apenas três meses se passaram desde o trauma vivido pela personagem em Raccoon City.

    Tudo isso será impulsionado pela RE Engine, que entrega um trabalho de iluminação volumétrica, sombras e texturas nos cenários da Ilha Rockfort em um nível técnico surpreendente.

    Janela de lançamento e o calendário da Capcom para 2027

    A confirmação oficial garante o lançamento de Resident Evil Code: Veronica Remake para 2027, chegando simultaneamente para PC, consoles de última geração e para o Nintendo Switch 2.

    Embora o mercado especulasse uma estreia no início do ano (janela tradicional da franquia em fevereiro), informações compartilhadas pelo insider Dusk Golem indicam um ajuste no cronograma interno da Capcom. O lançamento estaria planejado para o outono do hemisfério norte (entre setembro e dezembro de 2027).

    Essa movimentação faz sentido dentro da estratégia da produtora japonesa para 2027, que prevê Mega Man: Dual Override para o segundo trimestre (entre março e junho) e o suporte a Monster Hunter Wilds: Ascendance. Reservar o último trimestre do ano para Code: Veronica posicionaria o jogo de terror como o grande blockbuster de encerramento para o ano da Capcom.

  • Castlevania: Belmont’s Curse revive o clássico Metroidvania pelas mãos dos criadores de Dead Cells

    Castlevania: Belmont’s Curse revive o clássico Metroidvania pelas mãos dos criadores de Dead Cells

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Com combate ágil, Paris em ruínas no ano de 1499 e um sistema inovador de cartas de Tarô, a nova aventura traz a herdeira de Trevor e Sypha no protagonismo.

    Revelado originalmente durante o State of Play em fevereiro de 2026, Castlevania: Belmont’s Curse resgata as raízes da franquia em um refinado visual 2D side-scrolling. O projeto está sob a responsabilidade dos estúdios Motion Twin e Evil Empire — as mentes brilhantes por trás do aclamado Dead Cells. Durante a apresentação da Xbox na Gamescom, as desenvolvedoras exibiram uma nova demonstração focada na jogabilidade e na história.

    [trailer]

    Paris em 1499 e o Legado do Clã Belmont

    Afastando-se dos cenários tradicionais da Valáquia (Romênia), o novo capítulo transporta a narrativa para Paris em 1499 — exatos 23 anos após os eventos de Castlevania III: Dracula’s Curse. O ano é historicamente citado na mitologia da franquia como um período de colapso, mas nunca havia sido explorado diretamente em um jogo.

    Com o surgimento misterioso do Castelo do Caos no coração da capital francesa, a jornada acompanha Rose Belmont, filha e herdeira do casal Trevor Belmont e Sypha Belnades. Nascida com uma marca amaldiçoada em seu braço direito, a jovem carrega o lendário chicote Vampire Killer e conta com a orientação de seu pai, Trevor, que atua como seu mentor e guia ao longo da aventura.

    Composição com as artes oficiais de Castlevania: Belmont's Curse, apresentando a protagonista Rose Belmont no lado esquerdo sobre fundo vermelho e o seu pai Trevor Belmont no lado direito sobre fundo amarelo.
    Imagem: Divulgação / Montagem / Motion Twin / Evil Empire – Rose e Trevor Belmont

    O Estilo Metroidvania com a Agilidade de Dead Cells

    Belmont’s Curse abraça a estrutura clássica do estilo Metroidvania, oferecendo um mapa vasto e interligado, repleto de rotas alternativas, segredos e o tradicional backtracking. No entanto, a experiência ganha a fluidez e a agilidade características das produções recentes dos estúdios responsáveis.

    No arsenal, além do Vampire Killer, Rose pode equipar espadas e escudos para adaptar sua postura defensiva e ofensiva. A jogabilidade combina combate cadenciado com esquivas e saltos rápidos, sem esquecer dos detalhes nostálgicos que os fãs adoram — incluindo o clássico “franguinho de parede” para recuperar a vida da protagonista.

    O Sistema de Tarô: Chefes que Viram Magias e Aliados

    A principal inovação do título reside no sistema de progressão por Cartas de Tarô, inspirado na mecânica de almas de Castlevania: Aria of Sorrow. Em vez de depender das tradicionais sub-armas consumíveis (como corações), Rose utiliza um baralho místico herdado de sua mãe, alimentado por uma barra de mana.

    Ao derrotar chefes icônicos — como a Morte, Medusa, Carmilla e a recém-revelada Joana d’Arc —, suas essências são seladas nas cartas. Cada carta concede habilidades distintas:

    • Feitiços de Combate: Permite conjurar magias ofensivas, como a clássica Cruz Sagrada (Holy Cross) em formato de bumerangue e esferas de fogo herdadas da linhagem de Sypha.
    • Habilidades de Movimentação: Os espíritos dos chefes concedem utilitários essenciais para a navegação, como o pulo duplo e a capacidade de escalar paredes, abrindo novas seções do mapa.
    • Diálogos Ativos: Em uma reviravolta narrativa, os chefes aprisionados tornam-se entidades conscientes no baralho de Rose, comentando os acontecimentos da jornada e interagindo com a protagonista ao longo da campanha.

    Castlevania: Belmont’s Curse tem lançamento confirmado para o dia 15 de outubro de 2026 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A versão para Nintendo Switch está confirmada para o final do mesmo ano. A partir do dia 1º de outubro será liberada uma demo com os estágios iniciais do game, e também será possível usar o mesmo save na versão final

  • Final Fantasy VII Revelation confirmado para 2027

    Final Fantasy VII Revelation confirmado para 2027

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Durante a transmissão do State of Play nodia 03/09 foi revelado um trailer de história com alguns trechos de combate e exploração. No final da apresentação foi revelada, finalmente a tão aguardada data de lançamento do capítulo final da trilogia deste clássico dos RPG’s, considerado um dos melhores da série.

    Final Fantasy VII Revelation será lançado no dia 08 de Abril de 2027 simultaneamente para todas as plataformas, não havendo exclusividade temporário como nos titulos anteriores.

    O vídeo de demonstração começa mostrando a aeronave Highwind voando livremente pelo mundo. Chegando em qualquer lugar que chame sua atenção, é possível saltar de paraquedas e aterrisar em qualquer lugar. Vamos ver se essa liberdade será dada desde o começo da campanha.

    Aeronave do jogo Highwind sobrevoando o mar e algumas ilhas e porções de terra com pedras.
    Imagem: Divulgação / Square Enix

    Chegando no solo, já dispomos de um chocobo para ajudar na locomação, mas também é mostrado que podemos utilizá-los para descer o sarrado nos inimigos também. Na sequencia é mostrado um pouco na nova mecânica de classes, ou FITS (Function Integrated Tactical Suitware)como foi batizado, que podem ser trocados no menu do jogo em cada personagem. São 4 classes disponíveis que mudam seu visual, estilo de combate e conjunto de comandos. Isso é demonstrado através dos dois novos personagens jogáveis, Cid Highwind como Knight e Vincent Valantine como Black Mage.

    De volta para a aeronave eles nos mostram a terra natal de Yuffie, Wutai, mostrando a exploração vertical assistida pelo grappling hook. Na sequencia é mostrada o inicio de uma side quest, onde é possivel escolher a perspectiva de um dos personagens para concluir a missão. Ao que tudo indica, terão outras neste formato também. Por fim é mostrado o retorno do minijogo cartas Queen’s Blood com destaque da história para o Red XIII. Parece que todos personagens terão seu tempo de tela.

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  • The Witcher 3: Wild Hunt – Songs of the Past: Reveladas novidades da nova expansão

    The Witcher 3: Wild Hunt – Songs of the Past: Reveladas novidades da nova expansão

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Durante a mesma apresentação na Gamescom em que foi revelada de surpresa a nova versão remasterizada de The Witcher 3, a CD Projekt Red apresentou o primeiro vídeo de Songs of the Past, a nova expansão do jogo, revelando os primeiros detalhes sobre história, mecânicas inéditas e a ambientação.

    O Passado Nobre de Dandelion e os Mistérios de Letten

    A trama nos leva à região de Letten, uma terra idílica e campestre, famosa por suas festividades de primavera. Dominada por colinas suaves, riachos límpidos e campos verdejantes, a região fica no norte de Redânia, próxima a Kaedwen e Kovir — e é a terra natal do icônico bardo Dandelion.

    O cenário traz um respiro visual semelhante ao clima vibrante de Toussaint, contrastando fortemente com as paisagens devastadas pela guerra em Velen e Pomar Branco. A narrativa começa logo após os eventos de Blood and Wine, tirando Geralt de sua aposentadoria para ajudar Dandelion em um assunto estritamente pessoal: explorar o passado nobre do bardo, cujo nome real é Julian Alfred Pankratz, Visconde de Lettenhove. Contudo, os desenvolvedores alertam que, por trás da fachada pacífica de Letten, esconde-se um segredo sombrio e um mal antigo.

    Captura de tela do jogo The Witcher 3: Songs of the Past mostrando a região de Letten. Geralt de Rivia aparece montado a cavalo em uma estrada de pedra que leva a um vilarejo campestre ao pôr do sol, com flores, casas rústicas e colinas ao fundo.
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    Combate reformulado, e o retorno da corrente?

    A exemplo da versão remasterizada, o sistema de combate em Songs of the Past foi inteiramente reformulado. A grande estrela da atualização é a introdução de uma nova arma: a corrente. Com ela, Geralt ganha habilidades inéditas para controlar multidões de inimigos e interagir com o cenário. A ferramenta é um aceno nostálgico aos fãs de longa data, já que havia aparecido na marcante animação de abertura do primeiro jogo da franquia (na clássica luta contra a Striga), mas nunca havia sido explorada como mecânica de gameplay.

    O pacote de expansão é robusto. Além de dezenas de missões secundárias, novos mutagênicos e interações inéditas (que incluem até a possibilidade de fazer carinho em cães espalhados pelo mapa), a CD Projekt Red confirmou que a nova área explorável de Letten possui uma escala colossal, comparável ao tamanho do mapa de Toussaint.

    [trailer]

    O desfecho da dupla e consequências de saves antigos

    A decisão de focar a expansão em Dandelion surgiu de um sentimento da própria equipe de desenvolvimento: a trajetória do bardo em The Witcher 3 tinha “um capítulo faltando”. O objetivo de Songs of the Past é amarrar as pontas soltas e encerrar de forma definitiva a parceria entre o bruxo e o bardo, preparando o terreno antes de a franquia focar inteiramente em Ciri no próximo título.

    Em termos de acessibilidade, os jogadores poderão iniciar a expansão diretamente pelo menu principal, sem a necessidade de ter concluído a campanha base. No entanto, o estúdio preparou um prato cheio para os veteranos: quem carregar um save antigo verá as decisões tomadas no jogo principal e em Blood and Wine impactarem diretamente a narrativa em Letten, gerando diferentes consequências e múltiplos finais.

    Assim como a versão remasterizada, Songs of the Past será lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch 2 no decorrer de 2027, com data exata a ser anunciada.

  • The Witcher 3: Wild Hunt Remastered chegará de graça para quem já possui o jogo

    The Witcher 3: Wild Hunt Remastered chegará de graça para quem já possui o jogo

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Durante a Gamescom Opening Night Live do dia 25 de agosto, foi revelada de surpresa uma nova e massiva atualização para o lendário vencedor de Jogo do Ano do The Game Awards 2015.

    Mas como assim outra atualização? Em dezembro de 2022, o título já havia recebido um update de nova geração para PS5 e Xbox Series X|S, trazendo melhorias técnicas como gráficos em 4K, ray tracing e suporte a 60 fps. No entanto, a nova versão, que será lançada no dia 29 de setembro, vai muito além de um simples polimento visual, entregando mudanças estruturais profundas no próprio núcleo do jogo.

    O que há de novo no Remaster?

    The Witcher 3: Wild Hunt – Remastered traz uma reformulação que introduz novos sistemas de jogabilidade e conteúdos inéditos. As novidades divulgadas pela CD Projekt Red se dividem em três pilares principais:

    Geralt de Rivia cavalgando seu cavalo Carpeado por um vale verdejante com montanhas ao fundo, demonstrando a nova iluminação e os gráficos aprimorados de The Witcher 3: Wild Hunt Remastered. No canto inferior esquerdo, há o texto "Capturada no PlayStation 5".
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    1. Jogabilidade e Combate Reformulados

    Árvore de Habilidades Resetada: O sistema de habilidades foi completamente redesenhado e antigos atributos mudaram drasticamente. Com isso, os saves antigos terão seus pontos devolvidos para que os jogadores montem novas builds (com foco especial no novo sistema de Alquimia).

    Combate Rápido e Fluido: A movimentação de Geralt e a mecânica de travamento de mira (lock-on) estão mais ágeis. O uso dos Sinais de bruxo ganhou novas partículas e reações físicas realistas.

    Novas Finalizações: Foram incluídos novos golpes de execução brutais durante os combates corpo a corpo.

    Inteligência Artificial: O comportamento e a navegação dos monstros foram modernizados para oferecer combates mais dinâmicos e imprevisíveis.

    Qualidade de Vida: Interface (UI) mais limpa, sistema de rastreamento de missões modernizado e mecânicas de meditação revisadas. Além disso, a montaria do Carpeado (Roach) passou por refinamentos para evitar os clássicos travamentos no cenário.

    2. Customização e Recursos Visuais

    Sistema de Transmog: Um dos recursos mais pedidos pela comunidade finalmente chegou. Agora é possível equipar as armaduras com os melhores atributos de defesa, mas manter visualmente a estética de qualquer outro traje da sua preferência.

    Modo Foto Expandido: Uma ferramenta muito mais robusta, cheia de novos filtros e controles manuais para registrar a jornada pelo Continente.

    3. Melhorias Técnicas e Gráficas

    Fidelidade Avançada: Nova iluminação global, vegetação reformulada, mapeamento de tons realista e texturas retrabalhadas em alta definição — incluindo uma sutil alteração no rosto de Geralt.

    Tecnologias de Ponta: Suporte nativo a Path Tracing, DLSS 4.5, Ray Reconstruction, HDR avançado e simulação física de cabelos via ray tracing.

    Otimização de Consoles: O update traz melhorias de performance nativas para o inédito PlayStation 5 Pro e confirma compatibilidade com o sucessor do Nintendo Switch.

    Geralt de Rivia a lançar o sinal de fogo Igni contra um monstro Leshen numa floresta escura e pantanosa, destacando os novos efeitos de luz e partículas brilhantes de The Witcher 3: Wild Hunt Remastered. No canto inferior esquerdo, encontra-se o texto "Capturada no PC".
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    Conteúdo gratuito e Requisitos para PC

    A melhor notícia de todo o anúncio é que quem já possui o jogo base ou a versão completa receberá esta versão Remastered totalmente de graça no dia do lançamento. Basta realizar o download nos consoles PS5 e Xbox Series X|S.

    Para os jogadores de PC, as especificações subiram em relação ao update de 2022. Agora, o uso de um armazenamento em SSD e do Windows 11 tornou-se obrigatório.

    ComponenteRequisito MínimoRequisito Recomendado
    Sistema OperacionalWindows 11 (64 bit)Windows 11 (64 bit)
    Armazenamento70 GB em SSD70 GB em SSD
    Memória RAM12 GB (Antes 6 GB)16 GB
    Processador (CPU)Intel Core i5-8400 ou Ryzen 5 2600Intel Core i7-8700K ou Ryzen 5 3600X
    Placa de Vídeo (GPU)GTX 1660 (6GB) ou RX 5500 XTRTX 2060 Super ou RX 6600 XT

    O caminho para The Witcher 4

    Toda essa reestruturação técnica não é por acaso. Esse update serve como a base oficial para receber a expansão inédita Songs of the Past, que chega quase 10 anos após o lançamento da última DLC (Blood and Wine).

    A nova expansão servirá como o verdadeiro capítulo final para a jornada de Geralt de Rivia e atuará como o prelúdio oficial para The Witcher 4, que segue em desenvolvimento e ainda não possui data de lançamento.

  • Zelda Ocarina of Time: Lançamento confirmado para Switch 2

    Zelda Ocarina of Time: Lançamento confirmado para Switch 2

    Tempo de leitura: 2 minutos

    A Nintendo surpreendeu os fãs nesta terça-feira (08) ao confirmar oficialmente que o clássico absoluto Zelda: Ocarina of Time vai ganhar um remake completo e exclusivo para o Switch 2, com lançamento marcado para o dia 5 de novembro deste ano.

    O anúncio veio coroar as comemorações dos 40 anos da franquia. Durante uma Nintendo Direct especial recheada de nostalgia — que contou com uma orquestra ao vivo tocando a trilha sonora original —, o próprio produtor da série, Eiji Aonuma, subiu ao palco para apresentar um vídeo de gameplay detalhado da nova versão.

    UM VISUAL CLÁSSICO COM TECNOLOGIA DE PONTA

    A primeira coisa que salta aos olhos de quem assistiu à apresentação são as texturas hiperdetalhadas das roupas do Link e a recriação primorosa da Floresta Kokiri, o ponto de partida da aventura.

    Desde a iluminação dinâmica até o comportamento da água e dos terrenos, tudo respeita rigorosamente a direção artística de 1998, mas com um motor gráfico de última geração que entrega um visual absolutamente deslumbrante na nova plataforma da Nintendo.

    Outro detalhe que pode parecer simples, mas faz toda a diferença, é a liberdade de fazer o Link pular manualmente. Em 1998, as limitações técnicas da época obrigavam o jogo a usar o salto automático apenas quando necessário. O mesmo vale para a câmara livre: algo indispensável hoje em dia, mas que no N64 pesava bastante na performance.

    O combate mantém a sua essência, mas ganha um refino técnico impressionante. Rodar a 60 FPS torna cada movimento incomparavelmente mais fluido e bonito na tela — um salto gigante em relação aos 20 FPS da versão original de 98.

    O IDIOMA E A DUBLAGEM NACIONAL

    Para a alegria dos jogadores brasileiros, a Nintendo confirmou que todos os personagens do jogo principal terão vozes e dublagem completa em português do Brasil (pt-BR).

    No entanto, mantendo a tradição histórica que atravessa décadas, o herói Link continua completamente “mudo”, comunicando-se apenas através de seus icônicos gritos e expressões corporais.

    EDIÇÃO FÍSICA DE COLECIONADOR

    Para quem não abre mão de ter a caixinha na estante, a versão física do jogo trará um agrado especial:

    • Capa Exclusiva: Acabamento texturizado com efeito foil (metálico) que reflete a luz.
    • Disponibilidade: A Nintendo Brasil garantiu que todas as unidades vendidas durante o período de pré-venda serão desta edição especial. Após o lançamento, o jogo passa a ser comercializado com a capa comum.
    • Acessórios de Colecionador: O ecossistema do jogo também contará com consoles e acessórios temáticos.
    Controles, console e case para console temáticos do jogo Zelda ocarina of Time sobre uma plataforma de cor cinza escuro
    Imagem: Divulgação / Nintendo

    UM PONTO NEGATIVO: A EDIÇÃO TEMÁTICA FICA DE FORA

    Nem tudo são flores para os fãs brasileiros, a belíssima réplica funcional da Ocarina — que pode ser usada tanto como item de colecionador quanto interagir diretamente com mecânicas do game — não será lançada no Brasil e, até o momento, a Nintendo não deu nenhuma previsão de importação oficial para o nosso mercado.

    O jogo será lançado no dia 05 de novembro com a pré-venda já disponível.