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  • Castlevania: Belmont’s Curse revive o clássico Metroidvania pelas mãos dos criadores de Dead Cells

    Castlevania: Belmont’s Curse revive o clássico Metroidvania pelas mãos dos criadores de Dead Cells

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Com combate ágil, Paris em ruínas no ano de 1499 e um sistema inovador de cartas de Tarô, a nova aventura traz a herdeira de Trevor e Sypha no protagonismo.

    Revelado originalmente durante o State of Play em fevereiro de 2026, Castlevania: Belmont’s Curse resgata as raízes da franquia em um refinado visual 2D side-scrolling. O projeto está sob a responsabilidade dos estúdios Motion Twin e Evil Empire — as mentes brilhantes por trás do aclamado Dead Cells. Durante a apresentação da Xbox na Gamescom, as desenvolvedoras exibiram uma nova demonstração focada na jogabilidade e na história.

    [trailer]

    Paris em 1499 e o Legado do Clã Belmont

    Afastando-se dos cenários tradicionais da Valáquia (Romênia), o novo capítulo transporta a narrativa para Paris em 1499 — exatos 23 anos após os eventos de Castlevania III: Dracula’s Curse. O ano é historicamente citado na mitologia da franquia como um período de colapso, mas nunca havia sido explorado diretamente em um jogo.

    Com o surgimento misterioso do Castelo do Caos no coração da capital francesa, a jornada acompanha Rose Belmont, filha e herdeira do casal Trevor Belmont e Sypha Belnades. Nascida com uma marca amaldiçoada em seu braço direito, a jovem carrega o lendário chicote Vampire Killer e conta com a orientação de seu pai, Trevor, que atua como seu mentor e guia ao longo da aventura.

    Composição com as artes oficiais de Castlevania: Belmont's Curse, apresentando a protagonista Rose Belmont no lado esquerdo sobre fundo vermelho e o seu pai Trevor Belmont no lado direito sobre fundo amarelo.
    Imagem: Divulgação / Montagem / Motion Twin / Evil Empire – Rose e Trevor Belmont

    O Estilo Metroidvania com a Agilidade de Dead Cells

    Belmont’s Curse abraça a estrutura clássica do estilo Metroidvania, oferecendo um mapa vasto e interligado, repleto de rotas alternativas, segredos e o tradicional backtracking. No entanto, a experiência ganha a fluidez e a agilidade características das produções recentes dos estúdios responsáveis.

    No arsenal, além do Vampire Killer, Rose pode equipar espadas e escudos para adaptar sua postura defensiva e ofensiva. A jogabilidade combina combate cadenciado com esquivas e saltos rápidos, sem esquecer dos detalhes nostálgicos que os fãs adoram — incluindo o clássico “franguinho de parede” para recuperar a vida da protagonista.

    O Sistema de Tarô: Chefes que Viram Magias e Aliados

    A principal inovação do título reside no sistema de progressão por Cartas de Tarô, inspirado na mecânica de almas de Castlevania: Aria of Sorrow. Em vez de depender das tradicionais sub-armas consumíveis (como corações), Rose utiliza um baralho místico herdado de sua mãe, alimentado por uma barra de mana.

    Ao derrotar chefes icônicos — como a Morte, Medusa, Carmilla e a recém-revelada Joana d’Arc —, suas essências são seladas nas cartas. Cada carta concede habilidades distintas:

    • Feitiços de Combate: Permite conjurar magias ofensivas, como a clássica Cruz Sagrada (Holy Cross) em formato de bumerangue e esferas de fogo herdadas da linhagem de Sypha.
    • Habilidades de Movimentação: Os espíritos dos chefes concedem utilitários essenciais para a navegação, como o pulo duplo e a capacidade de escalar paredes, abrindo novas seções do mapa.
    • Diálogos Ativos: Em uma reviravolta narrativa, os chefes aprisionados tornam-se entidades conscientes no baralho de Rose, comentando os acontecimentos da jornada e interagindo com a protagonista ao longo da campanha.

    Castlevania: Belmont’s Curse tem lançamento confirmado para o dia 15 de outubro de 2026 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A versão para Nintendo Switch está confirmada para o final do mesmo ano. A partir do dia 1º de outubro será liberada uma demo com os estágios iniciais do game, e também será possível usar o mesmo save na versão final

  • Warlock, uma aventura dentro do universo de D&D

    Warlock, uma aventura dentro do universo de D&D

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Após um breve teaser no The Game Awards de 2025, o universo de Dungeons & Dragons finalmente revelou sua nova aposta durante a Gamescom de agosto. Warlock abandona as tradicionais rolagens de dados para entregar uma experiência single-player focada em ação e narrativa intensa.

    [trailer]

    A trama acompanha Kaatri, uma protagonista em uma jornada pessoal para recuperar alguém que perdeu. Desesperada, ela firma um pacto sobrenatural de altíssimo risco com Tasha, a icônica Rainha Bruxa da lore de D&D. Ao aceitar esse acordo desfavorável, Kaatri entrega parte de sua alma em troca do acesso a magias proibidas de outros mundos, trilhando o sombrio “Caminho do Bruxo”.

    Kaatri em pé observando a cidade e um castelo no horizonte
    Imagem: Divulgação / Wizards of the Coast e Invoke

    COMBOS ELEMENTAIS E MAGIAS CLÁSSICAS

    O vídeo de gameplay recente demonstrou que o sistema de combate será profundo e recompensador para os fãs do livro de regras. Warlock permitirá a criação de combos devastadores usando o ambiente a seu favor.

    Em um dos trechos, Kaatri utiliza um ritual de chuva para molhar os inimigos e, em seguida, dispara a clássica magia Witch Bolt, propagando o dano elétrico em área de forma letal. O arsenal também inclui o controle de multidões com Evard’s Black Tentacles (imobilizando um esqueleto guerreiro) e magias de mobilidade tática, como o Phase Switch, permitindo trocas de posição instantâneas para fugir do perigo ou flanquear adversários.

    O ELENCO DE PESO E A REDENÇÃO DA INVOKE STUDIOS

    Para dar vida a essa narrativa densa, o jogo conta com um elenco de estrelas. Tricia Helfer (conhecida por Battlestar Galactica, Lúcifer e como a General Kilian Qatar em Command & Conquer 3) assume o papel de Kaatri. Já a temida rainha bruxa Tasha é interpretada por Maggie Robertson, que coleciona atuações marcantes nos games como Lady Dimitrescu (Resident Evil Village) e Orin the Red (Baldur’s Gate 3).

    Desenvolvido na poderosa Unreal Engine 5, o título é um projeto da Invoke Studios sob o selo da Wizards of the Coast. O estúdio tem a chance de se redimir no mercado após o lançamento de Dungeons & Dragons: Dark Alliance em 2021, um título focado em multiplayer que sofreu com duras críticas e teve seus servidores desligados em fevereiro de 2025.

    Warlock tem previsão de lançamento para 2027, chegando simultaneamente para a atual geração de plataformas, com a disponibilidade para o sucessor do Nintendo Switch ainda a ser confirmada.

  • Fable: Novo sistema de moralidade, 1.000 NPCs únicos e combate sem classes marcam o retorno a Albion

    Fable: Novo sistema de moralidade, 1.000 NPCs únicos e combate sem classes marcam o retorno a Albion

    Tempo de leitura: 4 minutos

    A Playground Games promete revolucionar a franquia com um mundo hiper-realista, reações sociais dinâmicas e a manutenção do clássico humor britânico.

    Anunciado originalmente no longínquo Xbox Showcase de junho de 2020, o novo Fable passou por um longo período de silêncio, perfeitamente compreensível dado o escopo colossal do projeto. O game sofreu adiamentos estratégicos não apenas para evitar a concorrência direta de titãs como GTA 6 e o novo Call of Duty, mas principalmente para que o estúdio pudesse adaptar a ForzaTech — engine proprietária usada na série Forza Horizon — para suportar um RPG de mundo aberto massivo. Pelo que foi revelado na última apresentação durante a Gamescom, a espera valeu a pena: o trabalho da Playground Games até aqui está espetacular.

    [trailer]

    De Volta a Albion: Uma Pintura Hiper-Realista e 1.000 Vidas Únicas

    A região de Albion foi totalmente reformulada, mantendo sua clássica atmosfera de sátira aos contos de fadas, mas agora funcionando como um ecossistema ativo com missões inéditas e grande reatividade. O mapa vai equilibrar belíssimas paisagens rurais com florestas escuras e perigosas. A direção de arte tomou o cuidado de preservar o visual cartunesco e fantasioso da franquia, mas o elevou com gráficos hiper-realistas proporcionados pela ForzaTech.

    A maior ambição técnica, no entanto, está na população. Albion será habitada por mais de 1.000 NPCs criados inteiramente à mão. Cada indivíduo possui nome, aparência exclusiva, árvore genealógica, visão moral própria, emprego e residência, além de diálogos com dublagens únicas. O jogador poderá interagir profundamente com qualquer um deles, seja para se tornar amigo, inimigo, patrão, funcionário ou até mesmo para casar.

    O diretor do jogo, Ralph Fulton, revelou que o estúdio chegou a criar uma ferramenta de geração procedural para popular o mundo de forma automática, mas a ideia foi descartada. A inteligência artificial acabava misturando características físicas e morais que não faziam sentido narrativo. Para quem gosta de investir em imóveis e comércio, a capital Bowerstone contará com mais de 130 casas e 30 estabelecimentos disponíveis para compra.

    Captura de tela do jogo Fable mostrando a protagonista de costas com uma espada embainhada caminhando pelas ruas movimentadas da cidade de Bowerstone. Ao redor há cidadãos, crianças, tendas de feira e uma grande torre com relógio ao fundo. Logo do Fable no canto inferior esquerdo.
    Imagem: Divulgação / Playground Games / Xbox Game Studios

    O Fim dos Chifres e Auréolas: Reputação Dinâmica

    Esqueça a velha barra de “Bom ou Mau”. O sistema de moralidade foi completamente refeito, abandonando os tradicionais chifres demoníacos ou auréolas celestiais em prol de um conceito focado no julgamento social subjetivo.

    O jogo em si não julga se uma ação é moralmente correta ou não; a sociedade de Albion é quem fará isso. Toda ação precisa ser presenciada por pelo menos uma testemunha para gerar impacto na sua reputação, e a mesma atitude pode ser vista de formas diametralmente opostas. Se você enriquecer cobrando aluguéis caros, a nobreza pode admirá-lo como um empreendedor astuto, enquanto a classe trabalhadora o considerará um vilão ganancioso. Por outro lado, crimes cometidos em vilarejos isolados, desde que não deixem testemunhas, não afetarão o seu prestígio no resto do mapa.

    As cidades acumularão tags na sua ficha baseadas no seu comportamento local, como “carismático”, “cruel”, “violento” ou “trabalhador”. Mas e se você arruinar sua reputação a ponto de ninguém querer negociar com você? Mantendo o clássico humor de Fable, o jogo oferece uma saída cômica: você pode pagar uma fortuna em ouro para subornar os Pregoeiros da Cidade (Town Criers). Eles passarão a berrar mentiras e boatos positivos pelas ruas até que a população local sofra uma “lavagem cerebral” e passe a acreditar na sua nova imagem.

    Style-Weaving: O Combate Sem Amarras

    A Playground eliminou as restrições de classes fixas através de um novo sistema de combate batizado de Style-Weaving (Tecelagem de Estilos). O jogador terá total liberdade para alternar de forma fluida entre espadas, arco e flecha, e magia no meio da mesma sequência de golpes.

    A agilidade do protagonista é um destaque, contando com esquivas, parries (aparos) e contra-ataques cujas animações mudam dependendo da arma equipada. A física também tem um papel tático: um novo sistema de mira localizada permite atirar no joelho de um adversário para deixá-lo manco ou acertar sua mão para desarmá-lo em tempo real.

    A evolução do arsenal não dependerá apenas de encontrar espadas com números maiores. Os jogadores poderão engastar joias mágicas chamadas Willstones nas armas, adicionando modificadores únicos. Um golpe crítico com uma Willstone de gelo pode congelar o inimigo, enquanto pedras aplicadas ao arco podem fazer as flechas ricochetearem pelas paredes.

    Magia, Caos e Galinhas

    O combate de Fable continua se recusando a ser totalmente sério e abraça de vez o lado cômico. O clássico feitiço que transforma ameaças aterrorizantes em galinhas indefesas está confirmado — e você continua podendo chutá-las para longe. A demonstração da Gamescom também exibiu uma magia hilária que força os inimigos a dançarem descontroladamente, criando a janela perfeita para um ataque letal.

    A árvore de talentos contará com 16 feitiços principais, como Bola de Fogo, Relâmpago, Lâminas Fantasmas, Levitar, Empurrão e Investida. A equipe garantiu que os upgrades mágicos não serão meros bônus repetitivos de “+1% de dano”. Evoluir uma habilidade adicionará propriedades mecânicas inéditas ao feitiço: aprimorar o Empurrão, por exemplo, pode transformá-lo em um golpe de impacto massivo e destrutivo.

    Não havendo novos adiamentos, Fable será lançado no dia 23 de fevereiro de 2027 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, chegando no primeiro dia para os assinantes do Xbox Game Pass.


  • The Witcher 3: Wild Hunt – Songs of the Past: Reveladas novidades da nova expansão

    The Witcher 3: Wild Hunt – Songs of the Past: Reveladas novidades da nova expansão

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Durante a mesma apresentação na Gamescom em que foi revelada de surpresa a nova versão remasterizada de The Witcher 3, a CD Projekt Red apresentou o primeiro vídeo de Songs of the Past, a nova expansão do jogo, revelando os primeiros detalhes sobre história, mecânicas inéditas e a ambientação.

    O Passado Nobre de Dandelion e os Mistérios de Letten

    A trama nos leva à região de Letten, uma terra idílica e campestre, famosa por suas festividades de primavera. Dominada por colinas suaves, riachos límpidos e campos verdejantes, a região fica no norte de Redânia, próxima a Kaedwen e Kovir — e é a terra natal do icônico bardo Dandelion.

    O cenário traz um respiro visual semelhante ao clima vibrante de Toussaint, contrastando fortemente com as paisagens devastadas pela guerra em Velen e Pomar Branco. A narrativa começa logo após os eventos de Blood and Wine, tirando Geralt de sua aposentadoria para ajudar Dandelion em um assunto estritamente pessoal: explorar o passado nobre do bardo, cujo nome real é Julian Alfred Pankratz, Visconde de Lettenhove. Contudo, os desenvolvedores alertam que, por trás da fachada pacífica de Letten, esconde-se um segredo sombrio e um mal antigo.

    Captura de tela do jogo The Witcher 3: Songs of the Past mostrando a região de Letten. Geralt de Rivia aparece montado a cavalo em uma estrada de pedra que leva a um vilarejo campestre ao pôr do sol, com flores, casas rústicas e colinas ao fundo.
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    Combate reformulado, e o retorno da corrente?

    A exemplo da versão remasterizada, o sistema de combate em Songs of the Past foi inteiramente reformulado. A grande estrela da atualização é a introdução de uma nova arma: a corrente. Com ela, Geralt ganha habilidades inéditas para controlar multidões de inimigos e interagir com o cenário. A ferramenta é um aceno nostálgico aos fãs de longa data, já que havia aparecido na marcante animação de abertura do primeiro jogo da franquia (na clássica luta contra a Striga), mas nunca havia sido explorada como mecânica de gameplay.

    O pacote de expansão é robusto. Além de dezenas de missões secundárias, novos mutagênicos e interações inéditas (que incluem até a possibilidade de fazer carinho em cães espalhados pelo mapa), a CD Projekt Red confirmou que a nova área explorável de Letten possui uma escala colossal, comparável ao tamanho do mapa de Toussaint.

    [trailer]

    O desfecho da dupla e consequências de saves antigos

    A decisão de focar a expansão em Dandelion surgiu de um sentimento da própria equipe de desenvolvimento: a trajetória do bardo em The Witcher 3 tinha “um capítulo faltando”. O objetivo de Songs of the Past é amarrar as pontas soltas e encerrar de forma definitiva a parceria entre o bruxo e o bardo, preparando o terreno antes de a franquia focar inteiramente em Ciri no próximo título.

    Em termos de acessibilidade, os jogadores poderão iniciar a expansão diretamente pelo menu principal, sem a necessidade de ter concluído a campanha base. No entanto, o estúdio preparou um prato cheio para os veteranos: quem carregar um save antigo verá as decisões tomadas no jogo principal e em Blood and Wine impactarem diretamente a narrativa em Letten, gerando diferentes consequências e múltiplos finais.

    Assim como a versão remasterizada, Songs of the Past será lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch 2 no decorrer de 2027, com data exata a ser anunciada.

  • The Witcher 3: Wild Hunt Remastered chegará de graça para quem já possui o jogo

    The Witcher 3: Wild Hunt Remastered chegará de graça para quem já possui o jogo

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Durante a Gamescom Opening Night Live do dia 25 de agosto, foi revelada de surpresa uma nova e massiva atualização para o lendário vencedor de Jogo do Ano do The Game Awards 2015.

    Mas como assim outra atualização? Em dezembro de 2022, o título já havia recebido um update de nova geração para PS5 e Xbox Series X|S, trazendo melhorias técnicas como gráficos em 4K, ray tracing e suporte a 60 fps. No entanto, a nova versão, que será lançada no dia 29 de setembro, vai muito além de um simples polimento visual, entregando mudanças estruturais profundas no próprio núcleo do jogo.

    O que há de novo no Remaster?

    The Witcher 3: Wild Hunt – Remastered traz uma reformulação que introduz novos sistemas de jogabilidade e conteúdos inéditos. As novidades divulgadas pela CD Projekt Red se dividem em três pilares principais:

    Geralt de Rivia cavalgando seu cavalo Carpeado por um vale verdejante com montanhas ao fundo, demonstrando a nova iluminação e os gráficos aprimorados de The Witcher 3: Wild Hunt Remastered. No canto inferior esquerdo, há o texto "Capturada no PlayStation 5".
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    1. Jogabilidade e Combate Reformulados

    Árvore de Habilidades Resetada: O sistema de habilidades foi completamente redesenhado e antigos atributos mudaram drasticamente. Com isso, os saves antigos terão seus pontos devolvidos para que os jogadores montem novas builds (com foco especial no novo sistema de Alquimia).

    Combate Rápido e Fluido: A movimentação de Geralt e a mecânica de travamento de mira (lock-on) estão mais ágeis. O uso dos Sinais de bruxo ganhou novas partículas e reações físicas realistas.

    Novas Finalizações: Foram incluídos novos golpes de execução brutais durante os combates corpo a corpo.

    Inteligência Artificial: O comportamento e a navegação dos monstros foram modernizados para oferecer combates mais dinâmicos e imprevisíveis.

    Qualidade de Vida: Interface (UI) mais limpa, sistema de rastreamento de missões modernizado e mecânicas de meditação revisadas. Além disso, a montaria do Carpeado (Roach) passou por refinamentos para evitar os clássicos travamentos no cenário.

    2. Customização e Recursos Visuais

    Sistema de Transmog: Um dos recursos mais pedidos pela comunidade finalmente chegou. Agora é possível equipar as armaduras com os melhores atributos de defesa, mas manter visualmente a estética de qualquer outro traje da sua preferência.

    Modo Foto Expandido: Uma ferramenta muito mais robusta, cheia de novos filtros e controles manuais para registrar a jornada pelo Continente.

    3. Melhorias Técnicas e Gráficas

    Fidelidade Avançada: Nova iluminação global, vegetação reformulada, mapeamento de tons realista e texturas retrabalhadas em alta definição — incluindo uma sutil alteração no rosto de Geralt.

    Tecnologias de Ponta: Suporte nativo a Path Tracing, DLSS 4.5, Ray Reconstruction, HDR avançado e simulação física de cabelos via ray tracing.

    Otimização de Consoles: O update traz melhorias de performance nativas para o inédito PlayStation 5 Pro e confirma compatibilidade com o sucessor do Nintendo Switch.

    Geralt de Rivia a lançar o sinal de fogo Igni contra um monstro Leshen numa floresta escura e pantanosa, destacando os novos efeitos de luz e partículas brilhantes de The Witcher 3: Wild Hunt Remastered. No canto inferior esquerdo, encontra-se o texto "Capturada no PC".
    Imagem: Divulgação / CD Projekt Red

    Conteúdo gratuito e Requisitos para PC

    A melhor notícia de todo o anúncio é que quem já possui o jogo base ou a versão completa receberá esta versão Remastered totalmente de graça no dia do lançamento. Basta realizar o download nos consoles PS5 e Xbox Series X|S.

    Para os jogadores de PC, as especificações subiram em relação ao update de 2022. Agora, o uso de um armazenamento em SSD e do Windows 11 tornou-se obrigatório.

    ComponenteRequisito MínimoRequisito Recomendado
    Sistema OperacionalWindows 11 (64 bit)Windows 11 (64 bit)
    Armazenamento70 GB em SSD70 GB em SSD
    Memória RAM12 GB (Antes 6 GB)16 GB
    Processador (CPU)Intel Core i5-8400 ou Ryzen 5 2600Intel Core i7-8700K ou Ryzen 5 3600X
    Placa de Vídeo (GPU)GTX 1660 (6GB) ou RX 5500 XTRTX 2060 Super ou RX 6600 XT

    O caminho para The Witcher 4

    Toda essa reestruturação técnica não é por acaso. Esse update serve como a base oficial para receber a expansão inédita Songs of the Past, que chega quase 10 anos após o lançamento da última DLC (Blood and Wine).

    A nova expansão servirá como o verdadeiro capítulo final para a jornada de Geralt de Rivia e atuará como o prelúdio oficial para The Witcher 4, que segue em desenvolvimento e ainda não possui data de lançamento.